E POR FALAR EM KY
O Marcelo e a Tati já estavam juntos há um mês quando resolveram transar sob os efeitos da cannabis indica. Uma amiga da Tati tinha recomendado, falando que era uma loucura, que ela ia subir pelas paredes, etc.
Pois bem.
O Marcelo conseguiu a mercadoria e lá foram os dois pra casa da Tati, pois os pais tinham viajado. Fumaram o hash, que por sinal era fortíssimo, ficaram doidões e partiram pro rala-e-rola. Depois de usar a língua como uma espada ninja em Tati, deixando-a com cãibras de tanto gozar, o Marcelo virou a menina de bruços para um anal básico. Mas, cadê o KY? Não tem - disse a Tati -, mas vai no armário do banheiro que tem vaselina numa latinha redonda.
(Interrompemos este post para elucidar que Marcelo, imprudentemente, não estava usando camisinha. Mas, como diria o grande filósofo Chico Paraíba, um pouco de prudência é necessário; muita prudência é um saco)
Mexe e remexe, vira e revira o armarinho do banheiro e nada da latinha redonda. Aí o Marcelo viu, através da penumbra, que ela estava atrás dum pote de qualquer coisa. Pegou a latinha e voltou pro quarto. Deu um beijinho na bunda da Tati, abriu a latinha, besuntou bem o Darth Vader e mandou ver!
Quem notou primeiro foi a menina, que começou a gritar - e não era um grito de prazer. Depois foi ele que percebeu. Parecia que tinham colocado o seu piu-piu numa fornalha. Saiu de cima dela, acendeu a luz e viu o que tinha usado como lubrificante:
Vick Vaporub.